Se você tem uma conta no Facebook, uma das maiores redes de comunicação do mundo, é quase que certeza que você já possui certa “dependência” da rede. Isso é normal, uma vez que cada vez mais a rede se torna atrativa para segurar o usuário online.No entanto, se pensarmos friamente, o uso constante do Facebook tem feito com que as relações pessoais se tornem mais frias e menos constantes. Acontece o mesmo fenômeno que já é praxe com outros tipos de "comunicadores" sociais (orkut, msn, por exemplo) e você só está livre disso que já trava com o próximo uma relação anterior à rede.
Com o uso da internet nos celulares, tablets, netbooks ou notebooks, não existe mais a necessidade de se locomover a um local apropriado para se comunicar a rede. Sendo assim, você pode estar na sala de espera de uma consulta médica e estar conectado. Esse uso continuo da internet pode causar dependência, ou até, uma compulsão á conectividade.
Pode até parecer brincadeira, mas não é.. Muitas pessoas colocam a vida em risco, tamanha a sua compulsão. É simples ver isso em um usuário que usa a internet móvel enquanto dirige, pondo a sua vida em risco e a dos outros usuários. É simples ver isso no meio da nossa era de novos incluídos digitais: gente que acaba de comprar um computador e instala o acesso à rede em casa e trava relacionamentos com as pessoas mais estranhas do mundo, com a agravante de que na web têm uma aparência angelical.
Além disso, o "paciente" portador dessa "patologia digital" começa a apresentar mudanças de hábitos, insônia, problemas nas articulações por falta de movimento, afastamento da família e dos amigos. Enfim, esse alhear da vida offline é sempre um perigo. A cura para não temos como dar, mas especialistas recomendam uma atitude, nem que seja temporária, até passar o drama da abstinência: afastar-se quase que por absoluto da rede, a fim de conscientizar o paciente de que ainda existe vida fora da rede.
Com toda a globalização, realmente, esse é um tipo de patologia cibernética que poderia ser esperada. No entanto, vale sempre pontuar que o uso das facilidades das redes é sempre bem vindo, desde que usadas na medida certa. De nada vale a pessoa ter consciência do problema, criticar, mas pregar o que não vive.
Por Alberto IWM e Gabriele Ferreira
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Twittando aos poucos 6: como ganhar dinheiro com o Twitter
O brasileiro já está acostumado com a internet, principalmente com as redes sociais. O Twitter é uma rede social bastante difundida, principalmente se você for uma pessoa que não passa um dia sem ligar o computador, conectar pelo celular ou qualquer uma das dezenas de formas. Mesmo assim não é demais reparar na abrangência dessa ferramenta virtual para os diversos perfis.
Com apenas 140 caracteres você diz o que quiser em uma linha do tempo. O usuário segue quem quer. As atualizações desses aparecem para você. E, da mesma forma, te segue quem quer. Seguir é estar conectado sem a obrigação de que o mesmo esteja a você. Se alguém atualiza com algo relevante o mesmo pode ser distribuído para outros, outros e outros. Como uma onda virtual, uma informação pode ser republicada por quem lê causando um efeito expansivo as vezes inimaginável (quem se lembra de Mayara Petruso?).
Uma pergunta comum entre blogueiro e donos de sites é se é possível obter ganhos para seus projetos dentro da rede de microblogs. Em princípio, ainda não há uma política de gestão de ganhos do nível de grandes empresas do mercado, como a Google. Dito isto, é fato que o principal retorno para sites e blogs oriundo do Twitter ainda é a visualização.
Um link é multiplicado para milhares de usuários em escala global. Há uma janela onde é possível saber a cada momento os assuntos mais comentados por região, desde cidades, estados, países e, por último, em totalidade mundial. Portanto, repito: o principal ganho é a visualização, ou seja, aquilo que você pretende divulgar e que futuramente poderá gerar algum tráfego para o seu projeto, que está feliz ou infelizmentemente, fora do Twitter, porque dentro dele o que impera mesmo é a divulgação pura e simples, aos seus moldes.
Claro que a ferramenta alavanca alguma coisa além disso, principalmente para grandes empresas ou gente disposta a pagar por “perfis promovidos” ou algo do tipo, mas essencialmente, isso ainda não atinge – digamos - outras escalas produtivas da própria internet.
Mas nem tudo são restrições na rede do Passarinho Azul. Já há uma forma de o usuário comum receber alguma coisa monetária somente por usar o Twitter. É o que promete o Seeding boo-box. Nela, o twitteiro é pago por retransmitir (em linguagem própria, retweettar ou retuitar) uma mensagem, geralmente propaganda. A ferramenta é o Seeding boo-box na qual você recebe um relatório de divulgação de campanhas. Há duas modalidades de cadastro: pessoa física e pessoa jurídica e há também a possibilidade de se obter ganhos com publicação de banners em seu site ou em seu blog, seguindo os conceitos já explicitados.
Outros serviços primeiro prometem inflar o número de seus seguidores e, consequentemente, proporcionar ganhos decorrentes disso, como no caso do Twitter Traffic Machine, que promete auxiliar o usuários a alcançar esse objetivo (nunca testei). Lembrando que são apenas exemplos de estratégias de geração de ganhos pelo twitter, porque sabe-se que existem muitas outras e isto não é um tratado sobre.
Com pouco tempo de existência, os 140 caracteres disponíveis para cada twitteiro fazer a sua parte servem para muito mais coisas do que imaginar podemos. Neles você já sabe que coexistem tanto usuários comuns como grandes empresas, profissionais liberais, consumidores, recrutadores e órgãos governamentais. Alguém duvida de que existe vida longa para o microblog? Então, ganhemos com isso!
Thiago Kuerques e Alberto Infowebmais
Com apenas 140 caracteres você diz o que quiser em uma linha do tempo. O usuário segue quem quer. As atualizações desses aparecem para você. E, da mesma forma, te segue quem quer. Seguir é estar conectado sem a obrigação de que o mesmo esteja a você. Se alguém atualiza com algo relevante o mesmo pode ser distribuído para outros, outros e outros. Como uma onda virtual, uma informação pode ser republicada por quem lê causando um efeito expansivo as vezes inimaginável (quem se lembra de Mayara Petruso?).
Uma pergunta comum entre blogueiro e donos de sites é se é possível obter ganhos para seus projetos dentro da rede de microblogs. Em princípio, ainda não há uma política de gestão de ganhos do nível de grandes empresas do mercado, como a Google. Dito isto, é fato que o principal retorno para sites e blogs oriundo do Twitter ainda é a visualização.
Um link é multiplicado para milhares de usuários em escala global. Há uma janela onde é possível saber a cada momento os assuntos mais comentados por região, desde cidades, estados, países e, por último, em totalidade mundial. Portanto, repito: o principal ganho é a visualização, ou seja, aquilo que você pretende divulgar e que futuramente poderá gerar algum tráfego para o seu projeto, que está feliz ou infelizmentemente, fora do Twitter, porque dentro dele o que impera mesmo é a divulgação pura e simples, aos seus moldes.
Claro que a ferramenta alavanca alguma coisa além disso, principalmente para grandes empresas ou gente disposta a pagar por “perfis promovidos” ou algo do tipo, mas essencialmente, isso ainda não atinge – digamos - outras escalas produtivas da própria internet.
Mas nem tudo são restrições na rede do Passarinho Azul. Já há uma forma de o usuário comum receber alguma coisa monetária somente por usar o Twitter. É o que promete o Seeding boo-box. Nela, o twitteiro é pago por retransmitir (em linguagem própria, retweettar ou retuitar) uma mensagem, geralmente propaganda. A ferramenta é o Seeding boo-box na qual você recebe um relatório de divulgação de campanhas. Há duas modalidades de cadastro: pessoa física e pessoa jurídica e há também a possibilidade de se obter ganhos com publicação de banners em seu site ou em seu blog, seguindo os conceitos já explicitados.
Outros serviços primeiro prometem inflar o número de seus seguidores e, consequentemente, proporcionar ganhos decorrentes disso, como no caso do Twitter Traffic Machine, que promete auxiliar o usuários a alcançar esse objetivo (nunca testei). Lembrando que são apenas exemplos de estratégias de geração de ganhos pelo twitter, porque sabe-se que existem muitas outras e isto não é um tratado sobre.
Com pouco tempo de existência, os 140 caracteres disponíveis para cada twitteiro fazer a sua parte servem para muito mais coisas do que imaginar podemos. Neles você já sabe que coexistem tanto usuários comuns como grandes empresas, profissionais liberais, consumidores, recrutadores e órgãos governamentais. Alguém duvida de que existe vida longa para o microblog? Então, ganhemos com isso!
Thiago Kuerques e Alberto Infowebmais
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