sábado, 22 de outubro de 2011

Blogar está barato, aproveite

Uns dizem que é possível começar um bom projeto de blog com 200 reais, em nível profissional. Eu vou além, aliás, vou aquém. Não somente é possível começar seu blog a um custo zero (desconsiderando tempo, domínio, hospedagem, esforço pessoal e a conta de internet, etc, etc), como é possível começar gastando 40 ou 80 reais por mês, ou até menos.
O mercado freelancer está atravessando um perído de franquíssima expansão e é possível que alguém blogue gastando 10, 15 ou 20 reais por semana - e quem vai me dizer que somente porque gastou pouco vai ser malsucedido? Vai depender de uma série de fatores, inclusive as técnicas de SEO corretas. Serviços excelentes como o Resolva.me, o GetNinjas, o Freela e uma lista grande que não poderia citar aqui trazem escritores de qualquer gênero textual em voga na internet. Então, se sua desculpa para não blogar é a falta de tempo, comece a investir em seu projeto ajudando os freelancers a se sustentar.
Muita gente escreve cinco artigo de qualquer blog ou site por até 20 reais. E, mesmo assim, dá para ir aquém de novo, pois o preço dos "artigos" está caindo muito, chegando a valores unitários bem menores do que isso, algo em torno de 2 a 3 por peça textual. Não precisaremos entrar aqui na conceituação do que venha a ser um "artigo" para os padrões da internet, pois não estamos na Academia e não há necessidade de dominarmos um Tratado de Metodologia do Trabalho Científico.
É o mundo do freelancer: se você recusa uma proposta, a fila tem 100 "articulistas" aguardando a sua desistência. Então, blogar ficou barato e ninguém está dizendo que isso não é bom para a blogosfera. Por isso, dois lembretes quero deixar aqui, servindo para nós mesmos:
1. Blogueiro: aproveite a tendência, crie seu blog investindo pouco e ganhe experiência.
2. Freelancer: aproveite a tendência, escreva cada vez mais e melhor. Quem vai fazer a diferença entre o reconhecimento e a aparente desvalorização é você mesmo.




quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Coisas do marketing multinível e da desconfiança humana


Pelo visto, o negócio do marketing multinível está bombando. Todos querem copiar, inclusive este blogueiro, que outro dia lançou uma idéia, nada nova, que se não foi passível de arrependimento, pelo menos está sendo passível de cautela. Cautela para não ser taxado de blogueiro mercenário, porque eu já estou muito feliz simplesmente com a primeira atribuição e jamais pretenderei manchá-la com a segunda. Outro dia, recebi por email outra proposta de marketing multinível, agora aplicada ao sistema de recargas de celular. Arquivei o e-mail, mas até o momento desta postagem não foi encontrado (o Gmail não falhou, foi o blogueiro mesmo). 
A proposta, resumidamente convidava cada participante a entrar com 20 reais e formar sua rede com mais sete pessoas, uma das quais serviria para "alimentar" toda a cadeia formada, nessa primeira geração e assim sucessivamente, a cada geração formada. Em algum ponto da associação, cada membro seria beneficiado com recargas para o seu próprio celular. Primeiro, achei muito caro o valor da contribuição, algo que por si só merece ser objeto de desconfiança. Afinal de contas, a internet, diferentemente do mundo, é o lugar em que cada cidadão deve exercer ao máximo o seu poder de desconfiança, por mais que o fato seja procedente, verdadeiro, amável, amigável, lucrativo. 
Como disse, "não é de hoje que arquiteto intimamente uma maneira de as nossas redes socio-profissionais de blogueiros darem um lucro a mais, além do que já dão. O problema é que em tudo isso paira a mesma desconfiança que procuro exercer na proposta dos outros. 
Não que para mim os infernos sejam os outros, mas é que em se tratando de "pedir e dar-se-vos-á", em qualquer nível, sempre acontecem turbulências do gênero, algo também comum entre os céticos do dar, dizimar e ofertar dos cristãos(muita gente pensa que a relação que existe entre o dizimar e o ofertar é apenas a "relação comercial" de um crente que vai financiar o pastor, o ministério, os castelos em forma de templo, os "bispos" gerais. Mas eu não vou entrar no mérito dessa questão - não desta vez).
Quanto ao marketing multinível para blogueiros, vamos deixando de lado por um tempo até que alguma voz se sobressaia em meio ao silêncio. Um dia, uma fênix pode comer a sua ração por estas bandas...