sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Olha só como o Confiker apareceu, dois anos depois



Outro dia, alguém me disse "oi" no messenger e eu respondi. Era uma plena manhã ensolarada.
Aparentemente, era o Msn de um "pastor" do Maranhão, chamado Paulo Sérgio, mas àquela altura eu já suspeitava que, ou esse "Paulo Sérgio Missionário" nunca existiu ou alguém criminosamente estava utilizando o msn dele.
Acabou por me dizer que era a "esposa" do tal pastor, insistia numa conversa comigo e eu meio que a contragosto, porque estava ocupado escrevendo, não quis muita conversa. Perguntei o nome, que era alguma coisa entre "Maria" ou alguma coisa com sobrenome "Conchita". Pediu uma imagem da minha cara, e depois eu pedi a imagem da cara. 
A "pessoa" - queria que isso não fosse gente - colocou a foto: uma  foto de uma figura feminina em trajes menores. O endereço de webmail tinha algo a ver com "conchita.com". 
Para resumir, além de ser alguma coisa pior do que um crente virtual, era algum ladrão de dados alheios. E fez uso do Confiker para atacar aquele computador que estava utilizando.
Foi o bastante, percebi o engodo, mas era tarde. Tal logo apareceu a foto, tratei de excluir e bloquear aquele maldito contato. Até o momento, me parece que as ferramentas de segurança de que dispunha me tiraram dessa situação, mas ainda penso em formatação...
Foi assim que o Confiker apareceu na minha vida. Não cheguei a fazer o teste de web que havia indicado aqui. Foi meu antivirus que fez a tarefa por mim.
Por isso, se os miseráveis ainda não se atualizaram nas artes malignas, vale a pena clicar  aqui, fazer aquele velho teste e conferir se seu PC não tem nada do tipo. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Medo de cópias e de Pandas


Recentemente, comecei a ter medo de cometer atitudes como a de republicar um artigo, por mais referência que faça para o mesmo, tal como fiz quando repostei o arte de blogar. Não por causa do Google Panda, claro, pois ainda não estava em evidência, mas por causa da questão da "originalidade" máxima que se deve ter, na medida do possível.
O artigo em menção foi publicado, após isso tratei de comunicar à autora, da única forma que tinha em mãos, que era por e-mail. Até hoje, não obtive uma simples linha de resposta. Tenho minhas hipóteses interrogatórias para a ignorância do meu informe:


- Será que a autora de um artigo sobre a arte de blogar anda tão sem tempo assim, ao ponto de parar de blogar?
Pode ter sido. Se depender do que anda publicando, acredito que sim, pois a última atualização do seu blog data de julho deste ano; agora veja o que foi pregado no post:


Agora uma boa dica para quem tem ou quer criar um blog: o conteúdo precisa ser sempre atualizado, não adianta ter um blog e deixar ele lá “paradão”, o blog não tem vida própria, ele precisa de cuidados para ser “popular”

- Será que o e-mail para o qual enderecei o comunicado de reprodução posterior "autorizada" foi deletado?


Bem capaz, pode ter caído na caixa de lixo. Não receber a resposta deixa qualquer pessoa pensando coisas.Conheço gente que pensa que quando se está online no Msn é obrigatório ser requisitado para conversar, ledo engano. Só ignore algo que você tenha certeza que é lixo eletrônico. Mas anda cada vez mais difícil divisar corretamente essa fronteira.


- Será que o e-mail nunca existiu ou estava grafado erradamente?


Pode ser. A única prova que tenho é do envio que fiz. Mas o bom disso tudo é que se o endereço estiver mesmo errado, não vou precisar retirar nada do que disse, porque estas considerações são generalistas.


Ainda mais agora, depois do Panda com os tais novos algoritmos de indexação. Vale a pena pensar duas vezes antes de republicar os conteúdos alheios.