domingo, 11 de novembro de 2012

Como discutir cópias e plágios de blogs/sites com eficiência

Vou falar de cópias e plágios*. Às vezes, considero a preocupação de blogueiros/editores em não ser copiados exagerada. Discorrem, discorrem, discorrem e os copiadores continuam aproveitando aquilo que for útil para eles, copiando tudo o que dá acesso e que possui alguma chance de dar dinheiro, através da monetização do espaço, como todo mundo faz, de grande jornal a pequena/invisível mídia, como esta. Eu mesmo faço isso, sempre privilegiando por citar a fonte, embora os especialistas dizem que isso seja inútil (mesmo assim, eu vou continuar fazendo, até que surja uma legislação plena a respeito, capaz de nivelar a todos os blogs/sites com a mesma trena). Já copiei conteúdo que considerei relevante em algumas áreas que me interessam informar (pelo menos a mim mesmo). É bem provável que não tenha jamais copiado alguma coisa de gente que combate ao plágio e à cópia, embora já deva tê-las citado em alguns momentos, porque são gente competente.

sábado, 27 de outubro de 2012

Preservação do mundo parece piada

 

Sempre que tento combater a desenfreada destruição dos recursos naturais sou exposto ao ridículo. É isso mesmo: toda vez que dentro de casa ou em alguns outros lugares sociais tento defender algum ponto de vista sobre a preservação tenho a sensação de que todos estão a apontar: “é um miserável”.

Acontece assim quando vejo, na pia do banheiro, um gasto desenfreado de água (a torneira ligada sem uso), durante uma lavada de mãos ou uma escovação. Acontece assim quando na pia da cozinha alguém enxagua um talher de cada vez. Acontece assim quando critico certos desperdícios de papel em geral, de comida, de energia consumida com o computador ligado sem uso (inclusive o monitor), etc.

Outro dia, foram algumas jarras com água mineral, que alguém colocou na geladeira e achou por bem jogá-la fora, simplesmente porque é sobra de um evento. Afinal, por que jogar fora se ninguém foi tão mal educado de beber a água no próprio jarro? Achei um absurdo, mas isso é sempre feito. Não vou dizer mais nada – isso se eu me aguentar!

Me parece que isso vem da constatação de que tudo o que a gente possa fazer é pouco. Ou seja, acho que essa gente pensa que o meu percentual de 0,000000001% de contribuição à preservação do mundo é tão insignificante que não vale nem à pena ser tentada.

Vamos deixar esse assunto de lado. Não vai valer à pena nem escrever mais sobre.