segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pequeno diário do recebedor do Adsense


Depois da via crucis que foi chegar ao mínimo necessário para o pagamento, descobri outra dificuldade no negócio do Adsense. É até divertido verificar que se eu não souber o bendito código Swift do meu banco nunca vou receber o pagamento! 
Liguei para o banco, o funcionário acabou me dando um "código Swift". Mas era de  18 dígitos numéricos e simplesmente o respectivo campo não aceitou. Voltei a ligar para o banco e até hoje não consegui encontrar o tal gerente.
Perguntei alguma coisa a respeito no Forum de perguntas do Adsense e apareceu uma sugestão: deixar que um outro banco faça isso tudo por mim. Eles recebem o recurso da Google, repassam para o beneficiário e pronto. Só custa 15 dólares e mais o IOF. E foi justamente esse tanto de taxa que me assustou. Quer dizer que eu vou ter que pegar os 100 dólares, dar 15 para o banco, e ficar com os 85 restantes? Fora o IOF, que ainda não calculei. Se fosse receber 1000 dólares, até que a conta valeria a pena ser paga, mas para 100, o négócio fica difícil.
Por outro lado, ainda não sei se valerá mesmo à pena receber pelo banco nativo e pode ser provável que seja tudo a mesma coisa. Para saber isso, vou ter que me deslocar até o banco, porque apesar de tanta tecnologia na nuvem isso não pode ser resolvido sem sair de casa!
Sou da opinião de que quando você faz alguma coisa esperando em troca uma recompensa pequena, o melhor é que ela seja paga o quanto antes, no máximo em questão de 10 a 15 dias.  O Google deveria ter um mecanismo próprio para liberar os centavos dos pequenos e segurar os milhares dos graúdos...
Não é confortável esperar tanto tempo por aquilo que é tão pouco representativo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Meu ritmo de trabalho é igual ao seu?


Meu ritmo de trabalho é igual ao seu? Não sei, lógico. Mas costumo pensar que não estou jamais me matando de trabalhar. Com o ofício de blogar acontece comigo a mesma sensação: eu prefiro acreditar que venho tendo um ritmo de trabalho cotidiano normal, nada paranóico.
Certa feita, no Jornal da Globo, eles fizeram uma matéria sobre nós, os blogueiros. Entre outras coisas que já não me lembro (só revendo a matéria), primaram pela questão de que a tarefa pode ser recompensadora, por conta de coisas como o Adsense e seus derivados e pela questão de que a arte de blogar tem sido bastante difundida entre as pessoas. Não me lembro de muita coisa, mas o que mais me chamou a atenção foi quando o repórter entrevistou um desses blogueiros que "chegaram lá". Resumidamente, ele disse que é duro, dá trabalho, você perde muitas noites de sono, tem que blogar muito mesmo e só assim se consegue espaço nesse universo.
Não vou dizer que é disso que tenho medo, porque nunca tive medo de trabalho. Não é lá muito do feitio de quem já vendeu geladinho na Praça da Matriz, aos doze anos de idade, quem já lixou e poliu carros ou quem já produziu vassouras de piaçava e móveis de copaíba.
Para terminar este mini post, já estou lembrando que há pouco tempo isso não me preocupava muito, ao mesmo tempo em que já estou pensando lá na frente... Pensando em quando "vou chegar lá"? Não.
Pensando em ser mais pragmático na administração do tempo, 
Pensando em organizar esse ritmo todo, 
Pensando em ter tempo para tudo o que ando fazendo e o que mais surgir 
Pensando em ter tempo para não pensar em "lá", 
Pensando em não me esquecer do caminho, que é mais importante do que chegar lá...