sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Twittando, aos poucos

Desculpe a você que me lê pelo atraso em adentrar no Twitter. Sabe aquelas novidades das quais muito se ouve falar e a gente fica totalmente por fora? Comigo, aconteceu isso em relação ao "microblog", como o chamam. Acredito que os próximos meses me darão uma idéia mais clarificante sobre essa ferramenta da web 2.0.

Comecei, com atraso de mais de um ano, pelo post do Interney sobre o tema. Antes de lê-lo, já havia criado uma conta, mas só fiquei nisso.  No "following", havia apenas uma amiga.
Gostei do post, porque Edney não repassa um be-a-bá insosso de como usar o Twitter, mas vai de cara ao que interessa: como usar parte do potencial dele para convergir com "utilitários" aos quais já somos mais achegados, que falam a nossa língua, como o Msn, o Gtalk, etc. Na época, afirmou que "o twitter não tem um uso claro e definido", o que para mim, é uma verdade absoluta até o presente momento. Lendo o primeiro parágrafo, reparei que intuitivamente fiz o que devia ser feito, autodidaticamente: criei conta, importei uns contatos meus do Gmail que já tinham conta, usei e abusei do Find People, até porque, além de seguir alguns noticiários que acompanho, queria procurar também o link do programa Roda Viva. Por que logo o Roda Viva, um programa que em Feira pouco se ouve falar?

Ora, foi o Roda Viva que primeiro me inteirou de que o Twitter existia. Lembro-me de que nos bastidores da roda, em volta do entrevistado, o âncora (do qual não me recordo do nome no momento) apresentava entre outros participantes, os twitteiros que "cobririam" o programa para a rede mundial. De onde menos se espera, daí é que sai, já dizia uma canção...

Ainda não pus em prática 5 por cento do que o post orienta que se faça para otimizar a experiência como usuário, mas  chego lá.

Título o próximo post da série já tem: Twittando, aos poucos II.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Perigos na caixa de entrada

Quem não recebe quase que todo dia aquele e-mail em corrente e com anexo enviado pelo seu colega da mesa ao lado ou por um amigo que pegou a mensagem circulando? Não é novidade que por trás desses arquivos anexados podem existir muitas dores de cabeça disfaçadas sob a forma de mensagens edificantes e carinhosas. O pecado pode morar ao lado, afinal se pecado fosse feio e desprazeroso, ninguém pecava.  Aliás, o pecado pode vir anexado em seu e-mail. Muitas vezes, o que você vai ler ao som de uma bela trilha sonora vem, não digo para matar, mas com certeza para roubar e destruir.
Alguns setores especializados em segurança na internet já disponibilizam serviços gratuitos de envio de arquivos suspeitos para análise detalhada. Vou citar apenas um desses, que é o feito pela equipe ARIS - LD (Análise e Resposta a Incidentes de Segurança da Linha Defensiva) atualmente contando com cinco voluntários que, como informa Altieres Rohr, criador e editor do Linha Defensiva, são responsáveis "por receber e analisar e-mails maliciosos, cujo conteúdo normalmente leva a algum cavalo de tróia ou site criminoso". Trata-se de um trabalho que deveria provocar interesse massivo por parte dos internautas, mas ainda não é, e precisa ser mais divulgado. A proposta central da equipe ARIS é "alimentar o banco de dados da ferramenta BankerFix . O BankerFix, completa o editor, busca "remover os vírus brasileiros que roubam senhas bancárias".
Vale a pena colaborar